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Esperança

junho 22, 2014

Crentes narcisistas, carentes de atenção, crentes violentos, crentes maledicentes, crentes desonestos, crentes frios, legalistas, crentes místicos e supersticiosos, fanáticos barulhentos, crentes acomodados e infrutíferos, crentes mentirosos, crentes problemáticos e imaturos, crentes falastrões e falsos, crentes vaidosos e impacientes, crentes de rótulo, crentes consumistas, insatisfeitos, crentes sem paz, intolerantes, crentes estagnados, vencidos, crentes preguiçosos, sem memória, sem prazos, crentes velhacos, perigosos, crentes apegados ao dinheiro, injustos, crentes que fazem em 24 horas mais mal que bem.

Acusação? Não. Esperança. De que os crentes busquem a Deus. E que ao o encontrarem, sua Transformação seja seu Testemunho.

“Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens”.

Ressurreição

agosto 29, 2010

“O fim do pecado é a morte”…”Todos pecaram e não tem mais a glória de Deus”… “Ele levou sobre si”… “porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho…”

Ah! Tomar consciência de minhas falhas,
dos erros cometidos reiteradamente,
da profundidade em que as raízes do pecado se agarram às profundezas da alma,
do comodismo, da indiferença,
dos pedidos de perdão sucessivos e insuficientes,
do falso arrependimento,
dos compromissos não cumpridos,
de Jesus torturado injustamente,
ver tudo isso claramente e entender que

pela

Graça

sou

salvo.

Não, não é motivo de lágrimas, nem tristeza.
Não.
Deixei de ser orgulhoso.
De me desesperar com minhas falhas,
de me sentir derrotado ao ver no espelho a face podre dos desejos,
da hipocrisia que nos faz bons de discurso, ruins de prática,
da falsidade que nos faz fingir ver a Deus quando Ele não está Lá, ouví-lo quando Ele nada disse…

Hoje, quando penso no sacrifício de Jesus, naquele santo sacrifício, difícil, doloroso, mas profundamente voluntário e consciente, elaborado em amor e sabedoria, quando me lembro da sua morte, das suas lágrimas, da sua disposição em fazer isso mesmo sabendo que ia receber tão pouco de mim em troca, ou quase nada…

… sinto Paz.

Ouça:

pela

Graça

somos

salvos.

Não Há mais o que Fazer, só aceita-lo. Esta é a nossa ressurreição.

“O fim do pecado é a morte”…”Todos pecaram e não tem mais a glória de Deus”… “Ele levou sobre si”… “porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho…”

Ah! Tomar consciência de minhas falhas,

dos erros cometidos reiteradamente,

da profundidade em que as raízes do pecado se agarram às profundezas da alma,

do comodismo, da indiferença,

dos pedidos de perdão sucessivos e insuficientes,

do falso arrependimento,

dos compromissos não cumpridos,

de Jesus torturado injustamente,

ver tudo isso claramente e entender que

pela

Graça

sou

salvo…

Não, não é motivo de lágrimas, nem tristeza.

Não.

Deixei de ser orgulhoso.

De me desesperar com minhas falhas,

de me sentir derrotado ao ver no espelho a face podre dos desejos,

da hipocrisia que nos bons de discurso, ruins de prática,

da falsidade que nos faz fingir…

Hoje, quando penso no sacrifício de Jesus, naquele santo sacrifício, difícil, doloroso, mas profundamente voluntário e consciente, elaborado em amor e sabedoria, quando me lembro da sua morte, das suas lágrimas, da Graça…

… sinto Paz. Você não? Ouça:

pela

Graça

somos

salvos…

Não Há mais o que Fazer, só aceita-lo. Esta é a nossa ressurreição.