O Maior Dilema Humano: A Maçã ou a Eternidade

Por esses dias me peguei desejando e querendo o Agora, intimamente, irresponsavelmente. Até orei a Deus para que ele interviesse sobre as circunstâncias e me desse, de bandeja, o bem imediato que desejava.

Engraçado como somos realmente, nós, pessoinhas pequenas desse mundinho finito, previsíveis. Isso facilita, de certa forma, a autocrítica. Pelo menos para as religiões, filosofias e pessoas que ainda estão dispostos a se propor críticas sérias e a aprender alguma coisa com elas, tentando acertar mais tarde.

Pois não é esse o maior dilema da Humanidade? Desde que caímos, sempre tendemos a escolher a Maçã, o bem imediato, a vantagem palpável, o objeto de consumo, o enriquecimento terreno, em detrimento daquilo que a Bíblia chama de “tesouros no céu”, que são incorruptíveis e durarão para sempre.

Vamos ser bem realistas, pra não pecar contra a consciência: amar não está na agenda contemporânea. Não no sentido cristão da Palavra, que seria sacrificar-se pela salvação, em todos os sentidos, do outro. E não é que o Amor é justamente uma dessas coisas de que falamos, eternas, segundo a mesma Bíblia?

Da próxima vez que eu me flagrar desejando vou, incontinenti, recolher a mão estendida e pensar:

E Se fossem as mãos de Jesus, para onde estariam estendidas?
Mais uma Coisa ou o Próximo?
A partir daí farei minha escolha.

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