Não precisamos de números, Precisamos de Exemplos

Agora que o BOOOMM já é um dado conhecido e, agora que já descobrimos que ter um, dez, cem ou mil crentes na vizinhança, por si, não faz a mínima diferença na prática, chegou o momento de refletir: o que, de fato, poderia transformar a nossa realidade em algo melhor do que o que está aí? E a resposta é tão poderosa que foi o fundamento do ministério de Jesus: dar exemplo.

Veja que é muito fácil (apesar de improdutivo) viver um cristianismo coletivo, pop e musicalizado, auto-afirmativo e abstraído do mundo real, que piora. Difícil (mas recompensador, salvífico) é viver para demonstrar na vida o que é que Deus pode fazer, encarnar este bem inequivocamente, na construção e consolidação de relacionamentos, no conhecimento e zelo pelos valores e pela honestidade, na serenidade necessária para recusar a oferta de comprar riqueza e estabilidade pela bagatela de “todo o seu esforço e tempo”.

Finalmente, é preciso coragem pra não só fazer, mas deixar claro a quem vê: FAÇO PORQUE CREIO. Parte de nosso comodismo se justifica no medo (bem fundamentado, porque estamos mal alimentados) de faltar forças aos compromissos e dar um mal exemplo. Tanto pior que mal exemplo é exemplo nenhum. E, além disso, esquecemos que se estivermos dispostos a tentar com humildade, Deus está conosco. Portanto, avante. Não acredite na força dos números, acredite na força do exemplo. E lembre-se: No resultado final, crentes nominais não contam.

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